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A Classificação NASA padroniza o diagnóstico da atrofia maxilar, a partir da definição de zonas de 0 a 4 (Z0 a Z4) baseadas na disponibilidade óssea. Ao realizar o diagnóstico preciso através desta classificação, o protocolo de tratamento torna-se previsível e padronizado, eliminando a subjetividade na escolha da técnica.
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