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Este protocolo visa aumentar a estabilidade das próteses e a segurança do procedimento ao evitar o uso de implantes zigomáticos em zonas de risco (Z2). Esta técnica se baseia em cinco pontos de ancoragem estratégicos que distribuem melhor as cargas mastigatórias, garantindo uma biomecânica favorável mesmo em cenários de reabsorção severa.
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